História Contemporânea - Imperialismo na África e na Ásia
Figura 1 – Representação do Imperialismo na África e na Ásia. Fonte: Gerada por inteligência artificial (Gemini / Imagem, 2026).
Imperialismo na África e na Ásia
Devido ao crescimento acelerado da Revolução Industrial, a burguesia europeia precisava buscar por mais recursos e matérias-primas para a produção em massa, como também, novos lugares para expandir o comércio e a exportação de sua produção. Isso é chamado de Segunda Onda da Revolução Industrial, já que o intuito dessa vez era novos horizontes para recursos e mercado consumidor externo.
No final do século XIX e início do século XX ocorre o que é chamado de Neoimperalismo na África e na Ásia. Nessa busca pelas matérias-primas, os europeus chegaram a estes dois continentes para explorar os territórios e dominar sobre os povos que ali viviam. Para justificar essa ideia para os povos colonizados, os europeus usaram a ideologia para legitimizar essa exploração, com narrativas morais e pseudocientíficas.
- Darwinismo social: Usaram a teoria da evolução de forma distorcida para afirmar que a raça branca era "superior" e destinada a dominar as demais;
- A Ideia de que o europeu deveria levar "a civilização" para os demais povos, com falsas promessas de progresso para a aquele povo e levar o cristianismo como religião principal.
Até metade do século XIX a exploração da África limitava-se ao litoral. Mas quando estourou a corrida por recursos e novas rotas de comércio, a exploração do interior do continente de intensificou. Foi preciso a realização de conferências entre os europeus para partilharem o território a ser explorado, e por isso, foi estabelecida pela Conferência de Berlim (1884 - 1885) para estabelecer as regras da divisão do continente africano. Eles criaram fronteiras artificiais para delimitar o espaço em que cada país da Europa pudesse explorar, sem respeitar os povos que ali viviam, suas culturas e seu próprio modo organizacional. Houve violência extrema nesse período, os colonizadores mutilavam, torturavam e forçavam o trabalho, que resultou na morte de milhões de pessoas.
No continente asiático, a dominação combinou o controle político total com submissão econômica e comercial. No caso da Índia, o domínio foi da Inglaterra. Eles extraíam algodão para o mercado consumidor britânico. A China tentou proibir o domínio britânico em seu território, resultando na Guerra do Ópio (1839 - 1860), que derrotados, os chineses foram obrigados a assinar tratados desiguais, abrir seus portos e ceder Hong Kong para o Reino Unido. Diferente do restante do continente, o Japão transformou-se em uma potência, em resultado da pressão ocidental, e modernizou rapidamente sua economia e seu exército, transformando-se também, em uma potência imperialista na Ásia, dominando a Coreia e partes da China.
As principais consequências do Imperialismo na África e na Ásia foi o clima de tensão extremo entre as potências europeias. As rivalidades no período imperialista foram de intensificando cada vez mais, até chegar ao estopim da Primeira Guerra Mundial. A destruição das economias tradicionais também foi um fator, pois as potências europeias queriam expandir sua produção, territórios, minérios e comercio, voltando-se para a exportação. Houve também uma grande desestruturação social, onde dezenas de etnias perderam suas raízes e grande agravamento conflitos étnico-raciais que perduram até hoje.
Referências Bibliográficas
Fonte: Imagem gerada por IA (Gemini / Google, 2026). GOOGLE. Gemini (Imagem capa). Inteligência Artificial Generativa. 2026. Imagem gerada a partir do comando: "imagem sobre o período do imperialismo da África e da Ásia...". Disponível em: https://gemini.google.com . Acesso em 2026.Google. (2026). Gemini (versão Imagem capa) [Modelo de inteligência artificial]. https://gemini.google.com
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